1. É hoje que vou morrer? Estou preparado? Estou fazendo tudo que preciso fazer? Estou sendo a pessoa que quero ser?
2. Quando se aprende a morrer, aprende-se a viver.
Reflita sobre essas duas proposições. Não estamos preparados para morrer, não mesmo. Mas por que seria importante aprender a morrer? Temos tantas coisas para fazer, tantos lugares a conhecer, tantas aventuras para viver, pensar em morrer? Jamais. Mas fiquei encantada com a verdade dessas questões (1) e da afirmação (2). Elas foram tiradas do livro A última grande lição, de Mitch Albom. É um excelente livro que trata de diversas filosofias ensinadas pelo professor de Mitch, Morrie Schwarts, pouco antes de sua morte.
Saber que iremos morrer, todos sabemos, mas não acreditamos que hoje pode ser nosso último dia. Quantos filmes você já viu em que o personagem recebe a notícia de que morrerá em pouco tempo e passa a fazer tudo o que gostaria?
Mas será que precisamos da iminência de morte para pensarmos no que estamos fazendo de útil? Do que queremos deixar de lembrança para os entes queridos? Eu acho que não. Mesmo que eu vá morrer daqui a 50 anos ou hoje, o que importa é o que estou fazendo agora. Estou fazendo o que gosto, que é ensinar. E se eu morrer hoje, terei a certeza que fiz progresso ensinando algumas almas. Se eu morrer daqui a 50 anos, também terei a certeza de que aproveitei o meu tempo nesta vida. Eu amei, vou continuar amando: a mim, à minha mãe e a todos que foram importantes em certas etapas da vida, como os amigos da adolescência que hoje não vejo mais; os professores que tive, que com seus conhecimentos me ajudaram a crescer; até os namorados, que de alguma forma coloriram nossos momentos. Eu vivi, pois aproveitei para viajar, curtir, ser feliz e vou continuar fazendo estas coisas até não poder mais.
Temos que valorizar o que temos hoje, porque não sabemos qual será nosso último momento com aqueles que nos são importantes. A morte está aí para todos. E esperemos não nos arrependermos de termos vivido. De termos sido úteis, de termos plantado alguma semente boa, de termos amado, de termos ensinado, de termos aprendido, de sermos felizes mesmo quando o tempo está cinza, porque é quando aprendermos a morrer, é que iremos viver. Mas não pense que isso significa atirar-se para os braços da morte. Viva o hoje: abrace, beije, faça as pazes, diga quantos "eu te amo" quiser. Tenha a certeza de estar de bem consigo.
2. Quando se aprende a morrer, aprende-se a viver.
Reflita sobre essas duas proposições. Não estamos preparados para morrer, não mesmo. Mas por que seria importante aprender a morrer? Temos tantas coisas para fazer, tantos lugares a conhecer, tantas aventuras para viver, pensar em morrer? Jamais. Mas fiquei encantada com a verdade dessas questões (1) e da afirmação (2). Elas foram tiradas do livro A última grande lição, de Mitch Albom. É um excelente livro que trata de diversas filosofias ensinadas pelo professor de Mitch, Morrie Schwarts, pouco antes de sua morte.
Saber que iremos morrer, todos sabemos, mas não acreditamos que hoje pode ser nosso último dia. Quantos filmes você já viu em que o personagem recebe a notícia de que morrerá em pouco tempo e passa a fazer tudo o que gostaria?Mas será que precisamos da iminência de morte para pensarmos no que estamos fazendo de útil? Do que queremos deixar de lembrança para os entes queridos? Eu acho que não. Mesmo que eu vá morrer daqui a 50 anos ou hoje, o que importa é o que estou fazendo agora. Estou fazendo o que gosto, que é ensinar. E se eu morrer hoje, terei a certeza que fiz progresso ensinando algumas almas. Se eu morrer daqui a 50 anos, também terei a certeza de que aproveitei o meu tempo nesta vida. Eu amei, vou continuar amando: a mim, à minha mãe e a todos que foram importantes em certas etapas da vida, como os amigos da adolescência que hoje não vejo mais; os professores que tive, que com seus conhecimentos me ajudaram a crescer; até os namorados, que de alguma forma coloriram nossos momentos. Eu vivi, pois aproveitei para viajar, curtir, ser feliz e vou continuar fazendo estas coisas até não poder mais.
Temos que valorizar o que temos hoje, porque não sabemos qual será nosso último momento com aqueles que nos são importantes. A morte está aí para todos. E esperemos não nos arrependermos de termos vivido. De termos sido úteis, de termos plantado alguma semente boa, de termos amado, de termos ensinado, de termos aprendido, de sermos felizes mesmo quando o tempo está cinza, porque é quando aprendermos a morrer, é que iremos viver. Mas não pense que isso significa atirar-se para os braços da morte. Viva o hoje: abrace, beije, faça as pazes, diga quantos "eu te amo" quiser. Tenha a certeza de estar de bem consigo.
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