Já disse antes que minha inspiração veio de Paula Pimenta. Mas o mais interessante é como cheguei ao livro dela "Apaixonadas por Palavras".
Era véspera de feriado, tinha acabado de sair de uma consulta, estava faminta e decidindo mentalmente onde comer. Bateu uma tristeza, lágrimas escorrem pela minha face. O compromisso da tarde adiado. Sem nada para fazer num período de cinco horas. A fome aguarda ser saciada. Onde comer? Uma luzinha se acende na mente: shopping. Você deve estar imaginando que o shopping é o recanto terapêutico das mulheres. Para mim só é útil para três coisas: cinema - comida - livros. Não há lugar mais aconchegante e terapêutico que estar numa livraria e ótimo lugar para gastar dinheiro.
Após saciar a fome, parto para a Saraiva. A loja deste shopping é grande, com um amplo Starbucks e poltronas confortáveis para ler antes de comprar. Percorro prateleiras, vejo os mais comprados, vejo as novidades, mas nada atrai. A tristeza volta, quero algo alegre - penso. Mas o quê? Vejo uma poltrona vazia à frente, sento. Olho as imensas prateleiras à esquerda e à direita. Respiro fundo. O que eu quero? Algo que seja a minha cara, que conte algo sobre mim, como se alguém que nunca me conheceu pudesse escrever a meu respeito. Fecho os olhos, me concentro, ou pelo menos tento. Desejo que meu anjo da guarda se materialize e me diga que tem o livro certo para mim. Só que não há ninguém, só eu e meus pensamentos. Sem perceber sou atraída para a seção dos livros juvenis. Mais uma vez percorro as patreleiras e como num passe de mágica o livro de Paula me atrai como imã. A capa colorida me trouxe a alegria que procurava, o título me encantou e ao ler o primeiro parágrafo na introdução, não deu outra! Comprei o livro. Paula parecia mesmo estar falando de mim. Me apaixonei, me encontrei, me inspirei.
O resultado apresento a vocês, em forma de crônicas.
Era véspera de feriado, tinha acabado de sair de uma consulta, estava faminta e decidindo mentalmente onde comer. Bateu uma tristeza, lágrimas escorrem pela minha face. O compromisso da tarde adiado. Sem nada para fazer num período de cinco horas. A fome aguarda ser saciada. Onde comer? Uma luzinha se acende na mente: shopping. Você deve estar imaginando que o shopping é o recanto terapêutico das mulheres. Para mim só é útil para três coisas: cinema - comida - livros. Não há lugar mais aconchegante e terapêutico que estar numa livraria e ótimo lugar para gastar dinheiro.
Após saciar a fome, parto para a Saraiva. A loja deste shopping é grande, com um amplo Starbucks e poltronas confortáveis para ler antes de comprar. Percorro prateleiras, vejo os mais comprados, vejo as novidades, mas nada atrai. A tristeza volta, quero algo alegre - penso. Mas o quê? Vejo uma poltrona vazia à frente, sento. Olho as imensas prateleiras à esquerda e à direita. Respiro fundo. O que eu quero? Algo que seja a minha cara, que conte algo sobre mim, como se alguém que nunca me conheceu pudesse escrever a meu respeito. Fecho os olhos, me concentro, ou pelo menos tento. Desejo que meu anjo da guarda se materialize e me diga que tem o livro certo para mim. Só que não há ninguém, só eu e meus pensamentos. Sem perceber sou atraída para a seção dos livros juvenis. Mais uma vez percorro as patreleiras e como num passe de mágica o livro de Paula me atrai como imã. A capa colorida me trouxe a alegria que procurava, o título me encantou e ao ler o primeiro parágrafo na introdução, não deu outra! Comprei o livro. Paula parecia mesmo estar falando de mim. Me apaixonei, me encontrei, me inspirei.
O resultado apresento a vocês, em forma de crônicas.

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